sábado, 8 de agosto de 2015

Artigo 2 para Estudo de Caso de Uso

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12 comentários:

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  2. Já exite um método semelha-te que e utilizado no comercio para classificar o bom e o mal pagador, essa ideia de filtra o nível de risco de um pessoa é uma ideia antiga, e muito útil ate porque fica mais plausível conforme o historio de viagem saber se apessoa ta falando a verdade , no caso ate de uma investigação pode ser usado com prova contra ou a favor da pessoa. No meu ponto de vista esta super certo dessa forma quanto mais informação tiver de um endivido menhor.

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  3. Eu concordo com a medida. Aquele velho ditado "quem não deve não teme", e que beneficia as pessoas de boa índole. Mas deve ter bastante cautela, principalmente com os dados pessoas que são obtidos, pois uma coisa é verificar e melhor a segurança dos voos e do país, outra é discriminar devido a fatores como conta bancária, nacionalidade entre outros. Quanto mais os seres humanos forem identificados pelo mundo, mais seguro estaremos. Porém seria um banco de dados incrivelmente bem preparado e deve ser extremamente bem administrado.

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  4. Nos dias de hoje as culturas são diferenciadas para cada pais onde as exigências acabam trazendo transtornos para os passageiros e com as novas regras de segurança sendo intensificadas causara discriminação e invasão da privacidade dos cidadãos de bem. Um banco de dados onde o governo oferece vantagens como passagens diferenciadas em troca de informações pessoais implementando regras onde temos que nos submeter ao ridículo seria no mínimo um exagero.
    Concordo plenamente com os defensores dos direitos de privacidade e do consumidor!

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  5. A segurança de uma nação é extremamente importante, e todo cuidado é pouco
    quando se trata de integridade.
    Todo país deve ter mecanismos rígidos de segurança, pois temos visto um
    aumento significativo da violência proveniente de grupos extremistas dizimando
    centenas de pessoas.
    No caso dos EUA temos ciência de um histórico bastante turbulento quanto a
    ataques sofridos por "viajantes" (terroristas disfarçados).
    Sendo uma base de dados confiável, torna-se bastante útil no auxílio a
    segurança da nação.
    Com relação aos direitos de privacidade e do consumidor, pode-se valer do
    ditado que diz: "quem não deve, não teme!".

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  6. Com a evolução da tecnologia, sempre irão surgir novos meios que possam ajudar aos governos em suas atividades de fiscalização. No caso do artigo mostra um país que com o advento da tecnologia será capa de possuir uma base de dados contento todos os visitantes que adentrarem suas fronteiras, e assim poder selecionar para uma averiguação mais rígida aqueles que obtiverem um grau de perigo maior para a integridade do pais. Não vejo como discriminação, pelo contrário vejo um país que é potencia mundial agindo com tal, usufruindo o máximo da tecnologia em prol da segurança nacional.

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  7. Com os atos atuais terroristas em relação aos Estados Unidos, esse contexto podem brecar um pouco a entrada de alguns indivíduos como também agilizar todo o processo burocrático de entrada no país. Como as Leis são feitas de acordo com as necessidades e não vejo problema em implantar esse tipo de banco em um país que precise estar atento a atos terrorista, e não vejo a necessidade de implantação desse tipo de banco a não ser em caso de agilidade burocrática no Brasil onde tudo que é burocrático é tudo muito demorado.

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  8. A segurança de uma nação é extremamente importante, e todo cuidado é pouco
    quando se trata de integridade.
    Todo país deve ter mecanismos rígidos de segurança, pois temos visto um
    aumento significativo da violência proveniente de grupos extremistas dizimando
    centenas de pessoas.
    No caso dos EUA temos ciência de um histórico bastante turbulento quanto a
    ataques sofridos por "viajantes" (terroristas disfarçados).
    Sendo uma base de dados confiável, torna-se bastante útil no auxílio a
    segurança da nação.
    Com relação aos direitos de privacidade e do consumidor, pode-se valer do
    ditado que diz: "quem não deve, não teme!".

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  9. Eu acredito que a medida ajudaria a evitar perfis considerados perigosos, ou seja, imigrantes ou visitantes que possam causar algum transtorno e/ou atentar contra a integridade dos cidadãos americanos (No caso cidadão dos Estados Unidos). Entendo também que um país tem total soberania e independência para determinar quem pode ou não entrar em seu país, pois antes de mais nada a integridade de seus cidadãos deve ser preservada. Concordo que a medida pode, a partir de uma visão diferente, ser discriminatória, entretanto muitas medidas de segurança ou até mesmo leis são criadas partindo de uma iniciativa ruim (Muitas vezes os inocentes de um grupo pagam por atos de criminosos daquele mesmo grupo), dessa forma acredito que o impacto da violação da privacidade das pessoas, compensa, na melhoria da qualidade de segurança nacional. Uma preocupação que devemos frisar é que as informações contidas nesse banco devem ser utilizadas para o determinado propósito, ou seja, não devem ser utilizadas por terceiros (Pessoas não envolvidas no processo) ou para outros fins (Fins que não são relacionados à entrada ou saída de passageiros), sendo assim uma responsabilidade muito grande, administrar e manter essa base de dados.

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  10. Como o próprio artigo cita é uma forma de discriminação, pois quem colabora entregando seus dados pessoais tem vantagens sobre quem não o faz. É necessário manter um controle sobre quem entra e sai do pais, mas acho que isso deve ser feito antes do embarque ou desembarque. Como para viajar para os Estados Unidos já se tem uma burocracia, como tirar visto, comprovar renda, entre outros. Então não se faz necessário após você já estar no país eles te impedirem de entrar.

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  11. Todos os países deveriam tomar essa medida para poder dar um pouco de segurança aos cidadãos, ter um controle de quem está entrando em seu país é extremamente necessário.

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  12. Eu concordo com está media de segurança, pois acredito que o EUA tenha direito de saber quem está entrando em seu território. Também não acho que o sistema pode ser discriminatório por agilizar a passagem alguns passageiros que possui um "bom histórico".

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